domingo, 23 de março de 2014

"Magoei"... sei fazer mais do que descascar tucumã...

Olás...

"Vocês só sabem comer peixe e descascar tucumã, bando índios filhos da P..."

Foi dessa maneira "delicada"  que  uma cliente, insatisfeita pelo atendimento em uma conhecida  rede de fast food, em Manaus, se referiu aos funcionários.

A cena foi logo divulgada e teve uma  repercussão bastante negativa- creio para ambas as partes: ofensor e ofendido.

Também prezo pelo bom atendimento, porque também faço questão em atender, dar atenção merecida e  devida ao cliente (e cliente aqui entenda no sentido lato, amplo, abrangente, ou seja, qualquer pessoa em qualquer segmento/contexto). Não é nada bom sermos mal atendidos, ainda mais quando estamos pagando.

Porém,  minha opinião é que precisamos ter controle em determinadas situações, como esta  do caso concreto. O que era tido como sua razão, acaba se dando o inverso.

Eu sou d(aqui): de comer jar(aqui), tomar taca(), tomar o açaí, comer pirão,  com a caldeirada de tamb(aqui). E já comi muito tucumã. Temos muito a melhorar, é fato! Mas ofender as  pessoas dessa forma incorre  em pior erro do que o tal mal atendimento.

A  ignorância acerca do povo indígena  me indigna! Malgrado a vida  invadida desses índios, estão ainda por aí a serem vítimas de preconceitos,  por serem "diferentes". Na colonização,  eram vistos como pagãos, insolentes e preguiçosos. Colonizadores queriam incutir-lhes, a qualquer custo, o padrão e a visão de mundo difundidos na Europa, como se fosse isso uma conduta universal. Infelizmente,  o total  desconhecimento do modo de vida desses  nativos ainda persiste.

A"mocinha"  do vídeo, "civilizada", parece que não absorveu as lições de berço e das escolas por onde passou.

Quem é mais  civilizado: o cara pálida que destrói para construir e acumular riquezas, ou o "incivilizado", que apenas produz o necessário para a sua sobrevivência?

Coloquem-se lá, no  lugar deles, e sejam aculturados por estranhos, sofram violências e sejam acometidos de doenças trazidas de  um "mundo novo"(?!).

A "mocinha civilizada"  só  esqueceu de um detalhe: se ao chegarem ao Brasil, os europeus colonizadores, só encontraram índios habitando esta terra, somos todos portadores de genes dessa espécie,  misturados  com africanos, europeus,  asiáticos. Uma completa miscigenação de cores, que  resultou nessa bela e imensa riqueza cultural, da qual  tenho imenso orgulho.

Uma última observação: coma um sanduíche caboclinho ...! 

http://www.portaldoholanda.com.br/amazonas/voces-so-sabem-comer-peixe-e-descascar-tucuma-bando-indios-filhos-da-p#.Uy9re6KCXFw 

 

Mamãe  Coruja

sábado, 22 de março de 2014

"Falo" com a minha cachorrinha... e ela entende.

Olás...

"Cientistas fizeram uma experiência inédita com cachorros e comprovaram que eles conseguem mesmo perceber as emoções de quem está falando". Até parece que descobriram a pólvora!

A informação foi noticiada na mídia como se ninguém, até o momento,  não soubesse disso. Eu, por exemplo, já sabia que cachorros "falam". Quem ladra é o Homem.

As "princesas" das fotos são da mesma raça pinscher - mas com personalidades totalmente diferentes. Uma, é de Aquarius. A outra,  de Libra. A Lolita(ou Lolis, ou Lolisday) morena, dócil, carinhosa meiga, educada, calma, tranquila, higiênica, mais ouve do que fala (uma sábia!). A outra, Nicole Kidman (ou Nick, ou doidinha), porque é ruiva, é toda ao contrário,  com o agravante de que sabe se fazer de vítima na hora que lhe interessa.

Lolis já está em nossas vidas há 4 anos. Nick, há 5 meses. Veio para fazer companhia  à   "irmãzinha". Essa decisão não agradou muito à Lolis, porque sua vida virou de cabeça pra baixo. Por ser bem menor, apesar de mais velha, a pobrezinha passa por arranca-rabos dos piores. Até anda se escondendo da Nicole, porque esta parece que tem um chip funcionando 24h. Hiperativa! Come  que nem uma draga, a  garota.

Tal como crianças, quando o sono chega, "pedem"  para ir à cama. Capotam ali mesmo onde estão, e ficam na espera de que sejam carregadas para as caminhas.

Eu amo essas meninas! Reconheço que aguentar a Nicole é uma provação muito grande. Chegou e fez um reboliço em minha vida. Mas fazer o que? A gente se apega  demais a esses seres maravilhosos.

À esquerda Lolita. À direita Nicole Kidman


Fonte: veja.abril.com.br
                                     (Nem precisava fazerem exame neurológico em nós. Se calhar,  até       amamos  mais  do que vocês. Au! Au! Auuuu!)


           O Homem deveria aprender com os animais irracionais, diariamente.

Homenagem aos nossos "amigos". Fizeram de suas passagens pelas nossas vidas nossas lembranças eternas: Belchior, Chacal, Killer, Bethoven, Elis, Caetano, Champanhe, Tom e Jobim, Eugênia, Barbie, Lilica, Tadinha, Mila, Ana,  Maria, Braga, Sabrina, Debie, Lóide, Carumbão. S a u d a d e s !

sexta-feira, 21 de março de 2014

Parte II - Programa de Índio

Olás...

No Programa de Índio do último domingo, pelos quase 80km da Rodovia AM-010, ida e volta, fui revigorar a vista, o coração e a mente, saindo da mesmice. Com ótimo asfaltamento, apesar das intensas chuvas nesse período, na Região, a Rodovia está tranquila para quem gosta de aventuras. Devem ser resquícios do trabalho executado para o Fecani- Festival da Canção de Itacoatiara, realizado anualmente, no dia 05 de setembro. Nesse período, o acesso àquelas paragens é imenso, por causa do evento, com apresentação de artistas da música vindos de todos os recantos do meu Brasil.

O trânsito na Rodovia, porém, estava tranquilo naquele domingo, apesar de bastante transitada em razão da crescente instalação de locais próprios ao lazer e o descanso,  especialmente  nos  feriados e finais de semana. A paisagem é deslumbrante, com vários sítios  e chácaras à beira da pista. A existência de um espaço de lazer- Amazônia Golf Resort-  em pleno verde, é de encher os olhos.  Só de chegar ali já vale a viagem. Retornando para Manaus parei no acostamento da Rodovia para fotografar 3 paisagens que me chamaram à atenção. Apesar de ter passado pela Rodovia muitas vezes, há alguns anos, observei que alguns cenários permaneceram intocáveis, outros, estão sendo aproveitados com outros projetos, como a piscicultura em  tanque escavado, para criação de peixe em cativeiro.

Uma viagem prazerosa que reuniu dia de  sol, pista boa, vegetação à vontade...e  companhias muito agradáveis.

Fonte: Amazônia Golf Resort
Eu recomendo um final de semana  por essas paisagens. E já agendado um descanso no Amazônia Golf Resort. Eu mereço!
Piscicultura -Tanque escavado

Verde para todos os ângulos... e gostos.
Fonte:Amazônia Golf ResortMamãe Coruja



domingo, 16 de março de 2014

Um Programa de Índio

Olás...

Hoje, domingo, fiz um "programa de índio", mas não na concepção de que programa de índio é qualquer atividade que aborrece, ou, a la gringo,  This is a very boring program (Este é um programa muito chato). Não  mesmo!

Aliás, quem disse que programa de índio aborrece? A expressão geralmente é usada na forma negativa, como um programa que não dá ou não dará certo, como, por exemplo, se as pessoas têm certo desconforto, se o ambiente é muito lotado ou muito calor.

Até pode ser tudo isso, porque no meu programa de índio de hoje fugi da mesmice e fui a um lugar, distante 80km de Manaus. Fui visitar a ex-sogra e, como sempre, fui bem recebida. De fato, estava bastante quente, mas o passeio teve um prazer à parte. E visitar a ex-sogra não me aborreceu. Ao contrário.

Meu "programa de índio" foi na forma positiva, justamente por ter sido realizado fora do padrão dos ambientes da capital,  e mais próximo à Natureza. Portanto, sou contra a forma negativa com que a expressão é usada.

Dirigi 160km- ida e volta - e voltei mais contente, ainda.  Nem vi passar o percurso feito  em pouco mais de 1 hora, porque fui conversando com ilustres acompanhantes e olhando a imensa paisagem verde à minha frente.

Comi tambaqui assado na brasa, revi antigo caseiro do nosso sítio (sempre simpático, fez o convite para comermos peixe pescado por ele no lago do sítio de sua propriedade. Iremos!). Na vinda, uma parada no no Restaurante da Priscila, para comprar as deliciosas guloseimas: broa, pé de moleque, cocadas e castanhada.

Foi um programa e tanto!!!  Portanto, vamos acabar, de uma vez por todas, com essa visão antropologicamente distorcida, de que "programa de índio" é algo aborrecido. Será isso mesmo, ou será que essa tal sociedade na qual  impera o consumismo- e a qual nós, os cara pálida pertencemos- é que pratica o secular preconceito contra essa etnia?

Eu adoraria fazer outros "programas de índio",  e serão  realizados!

Continuarei este texto outro dia, quando postarei as fotos, com cenários de um verde imenso, que mais parecia um oceano de vegetação.

Que bela a minha paisagem. Que maravilha  esse programa de índio.


Mamãe Coruja



sábado, 15 de março de 2014

Tráfico de Pessoas: Um crime dos mais ignóbeis.

Olás...




O Dia Internacional da Mulher foi ofuscado pelas folias do Carnaval, mas ainda - e quiçá fossem todos os dias – estamos  falando do papel  da mulher na sociedade. 

Foi assim que dia 14 último, em comemoração ao Dia D´Ela, assisti  - durante o expediente de trabalho -  uma séria e importante palestra sobre o tema  tráfico de pessoas, proferida pela socióloga Márcia Maria Oliveira, doutoranda do Programa de Pós-Graduação Sociedade e Cultura na Amazônia da Universidade Federal do Amazonas - UFAM. Pesquisadora do tema tráfico de mulheres na Amazônia é autora, em parceria com Iraildes Caldas Torres, do Livro “Tráfico de Mulheres na Amazônia, publicado em 2012.

O Brasil é um país que tem um cabedal de leis, e até podemos  classificá-las de “quase perfeitas”.  Exemplo disso é o Decreto Nº 5.948, de 26/10/2006, que instituiu a  Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Estabelece, dentre outras, as bases do Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas – PNETP, uma legislação bastante avançada. No entanto, segundo a pesquisadora, a operacionalização do PNETP,  através dos núcleos espalhados nas regiões mais críticas e vulneráveis, não consegue concretizar a legislação. Esse é o (grande) problema do Brasil: tem as melhores leis, mas o problema é aplicá-las.

Durante a palestra, foi lido um dos depoimentos publicados no Livro, de uma mulher, com 8 anos de idade à época em que foi levada de sua família, com a promessa de que seria “filha de criação”  de um casal, com direito a estudos, inclusive. No interior, é costume pessoas estranhas à família tornarem-se “padrinhos”, uma espécie de ritual  praticado nas festas juninas. Mas fica valendo como se fossem  mesmo padrinhos, como  no batismo da criança, uma prática da Religião Católica.

Os pais da então menina, certamente carentes e ignorantes, confiaram naquela promessa e permitiram que a filha fosse embora, mesmo sem querer sair de perto de seus pais. Mas era apenas uma menina com 8 anos de idade. 

Ao chegarem ao destino (Rio de Janeiro), a menina não teve o que foi prometido a ela e aos seus pais, pelos padrinhos. Muito pelo contrário. Apanhava quase que diariamente, até aprender a fazer todo o serviço da casa (limpar, lavar, passar a ferro as roupas etc). Foi colocada em um quarto, nos fundos da casa, tendo tratamento diferenciado dos demais da família. Segundo o seu relato no livro,  o homem (padrinho),  noites seguidas, levava o filho de 15  anos até seu quarto, e  lá a usava sexualmente, mostrando ao filho  como deveria fazer o mesmo,  com ela. Relata que gritava muito e tinha certeza que a “madrinha” a escutava e sabia o que se passava no seu quarto, mas nunca tomou nenhuma atitude. 

Engravidou 5 vezes, e em todas a “madrinha”  dava-lhe remédio para abortar. Depois de quase 10 (dez) anos assim, um dia conseguiu fugir.

O estudo da socióloga é resultado de intensa pesquisa e entrevista com meninas/mulheres que vivem na prostituição, geralmente em países da Europa, como  Espanha, Itália e Portugal. Segundo ela, essas mulheres foram traficadas, com a promessa de empregos. Algumas, até menores de idade, com documentos falsos, saem com visto de turista e, após esse período, somem literalmente do mapa. Ficam nesses países de forma irregular, e o aliciador se aproveita da situação para escravizá-las de todas as formas.

Infelizmente, a Região Amazônica é uma das rotas preferidas pelos aliciadores. Márcia comentou que ao fazer a pesquisa soube que um estrangeiro, se dizendo pesquisador de uma instituição científica da nossa cidade, levou com ele uma garota, até hoje sem a Polícia e a família saberem o paradeiro.

As reservas indígenas da Amazônia, segundo a socióloga, nem são tão “reservadas”  como se pensa. O trânsito é livre por lá e “o direito de ir e vir está garantido ... (...) ... o fato de estar numa reserva indígena não constitui uma garantia de imunidade ao tráfico ...(...)... o  tráfico de meninas e  mulheres indígenas é muito antigo na região, especialmente nas áreas de fronteira onde há forte presença do Exército que representa a presença do Estado, e nem por isso consegue coibir o tráfico,  pelo contrário”, afirmou.

Não é segredo que os antecedentes históricos do tráfico de pessoas na região  vêm desde o processo de colonização da Amazônia. Por terem suas aldeias geralmente às margens dos rios amazônicos, os índios foram - e continuam sendo - alvo de toda forma de exploração, inclusive sexual, tornando mulheres e crianças vulneráveis, continuamente. 

Em outro momento áureo (?) da nossa história - o Ciclo da Borracha, de 1879 a 1945 -, foram registrados raptos e a comercialização de crianças e adolescentes do sexo feminino, para o trabalho escravo e a exploração sexual.

Portanto, por ser um tema de suma importância, vale a pena registrar parte de uma entrevista da socióloga  ao portal Amazônia Real , da qual extraio o texto abaixo, para jamais esquecermos de discutir esse tema, em qualquer espaço, em qualquer data, porque, embora não tenhamos próximos a nós algum caso de pessoa traficada, isso não é motivo para nos mantermos alheios ao mais ignóbil e mais rentável crime de todos os tempos, perdendo somente para o tráfico de drogas e de armas: o tráfico de pessoas.
 
“Todos esses elementos nos permitem compreender uma das dimensões da condição da mulher na Amazônia e a necessidade de desnaturalizar as relações de poder e dominação a que fomos e continuamos sendo submetidas. Tais condições de dominação deixam caminhos abertos para a atuação das redes de tráfico em toda a região onde crimes como a pedofilia, o estupro e a escravidão não são denunciados e favorecem a atuação dos aliciadores que recrutam mulheres e meninas para a prostituição nos grandes centros, nos garimpos clandestinos no interior da Amazônia, nas frentes de trabalho dos grandes projetos como a construção do gasoduto de Coari, das hidroelétricas e mineradoras. Além disso, muitas são levadas para outros países com a mesma finalidade.

Como mudar esse quadro na Amazônia?

De acordo com as análises antropológicas e sociológicas, a única forma de romper com esse ciclo vicioso é investir mais na valorização da dignidade humana na região, promovendo maior acesso à educação, saúde e trabalho. Outra questão importante é investir nos mecanismos de enfrentamentos ao tráfico de pessoas, suas diferentes dimensões, causas e consequências, bem como difundir informações sobre o que pode ser feito para fortalecer os mecanismos de prevenção e atendimento às vítimas. Isso pode trazer uma contribuição importante ao enfrentamento desta grave violação dos direitos humanos na Amazônia.”

Se você sabe de algum caso de tráfico de pessoas, denuncie. Faça a sua parte.

Mamãe Coruja

quinta-feira, 13 de março de 2014

Resposta aos Sete Mares


Olás...

Lendo uma poesia - é (será) dia de gerúndia poesia -, em um blog das bandas de Portugal,  segui o impulso e  improvisei "isso"  abaixo. Nem título dei, porque foi há minutos, mas aqui o faço: "Resposta aos Sete Mares"


Resposta aos Sete Mares (Mamãe Coruja)

Já me conheces
Mas não me vês.
Já me sentistes,
Palavras minhas que lês.

Talvez eu nem seja tanto,
Decerto nem serei nada,
Diante de teus versos...
A refleti-los, hipnotizada.

Não uso vocábulos como os teus,
Tampouco navego pelos teus mares,
Mas isso será algum óbice,

Para amizades se entrelaçarem?

Se tu usas das palavras
Para afogares teus clamores...
Deixa-me dizer-te uma verdade:
Nem sabes, talvez,
Mas elas falam de amores.


Mamãe Coruja.

quarta-feira, 12 de março de 2014

O uso exagerado de expressões técnicas/estrangeiras



Olás...

Quem já cursou alguma disciplina envolvendo o tema marketing, ou já assistiu a uma palestra, ou participou de um curso nessa área, que não tivesse saído com a cabeça embaralhada de tantas palavras/expressões/vocábulos em inglês? 

Movida pela paixão da “novidade”, certa vez assisti a um workshop, aberto ao público em geral.  Caramba! Esforçava-me ao máximo para não desistir da ideia de um dia aprofundar o assunto. Simplesmente não entendia nada: benchmark, market share, branding, soft power, merchandising, check-list, motivational research, bla, bla, bla.

Parecia que estavam falando outro idioma. E estavam! Estavam falando o “arroguês”, próprio daqueles que ignoram a plateia/audiência, e não fazem questão de serem compreendidos. 

É comum empresas tentarem copiar modelos de gestão de outros países, sem adaptá-los à realidade do Brasil. Nada contra, mas sempre que não for  possível fugir aos termos técnicos, traduza-os. 

A situação se torna mais embaraçosa, para quem contrata o profissional, porque teimam em colocar em um só ambiente, em uma só turma, pessoas de níveis de formação bem distanciados um do  outro. Enquanto uma minoria entende o que o palestrante está falando, um grande número adormece, sem nada entender.

De outra vez, fui convidada para assistir, in company,  um curso para gerentes. Lá pelas tantas, solicitei à professora que fizesse a tradução das palavras. Algumas, até por ler muito sobre o assunto ligado à área do meu trabalho, tinha conhecimento da tradução, mas nem todos os presentes -  porque o público era misto – entendia as expressões. Depois, muitos vieram ter comigo, em particular, e agradeceram pela minha manifestação. 

Portanto, filhos do Pai Eterno, entendam! Nem todos entendem a linguagem técnica. Aliás, a boa regra sempre manda que se traduza uma expressão de origem estrangeira, ou um termo técnico.

Ah! Propositalmente, não fiz a tradução das expressões mencionadas acima. Foi assim que fui aprendendo -------> pesquisando.

 Diferentemente, quando são expressas em uma palestra, por exemplo, devemos traduzi-las. 

Mamãe Coruja