domingo, 1 de junho de 2014

Um olhar ao redor de mim: Não Mate a Mata!

Olás...

Somos privilegiados  (ainda),  por  morarmos em uma Região, que,  apesar das "feridas"   ainda  não cicatrizadas causadas pelo desmatamento e queimadas  recorrentes, conserva uma imensa e diversificada fauna e flora. Tanto, que aviões colidem  com antas ao decolarem (mas  isso,  convenhamos,  não é nada   bom
http://www.oriobranco.net/component/content/article/29-destaque/38330-aviao-faz-pouso-de-emergencia-em-manaus-apos-colidir-com-anta.html).

Mas  voltemos  à mata!


O cenário já  não é  o  mesmo. A  Rodovia AM-010 tampouco  é a mesma  de anos anos atrás. Chácaras, fazendas, sítios,  residências  e  até indústrias instalaram-se em um espaço que era completo e repleto de vegetação.  Quem transita  por aquelas plagas  acompanha a mudança - não gradativa - desse  cenário. Parece  praga, mas não é.

Mas há  um espaço especial, ainda, para o qual  dirijo-me diariamente.  É como estar  em uma ilha  afrodisíaca, ou  melhor,  numa "ilha de biodiversidade", embora  não  estejamos cercados  de água  por nenhum dos  lados, e sim de verde  por  todos os lados.

Afora a  tristeza em comprovar, todos os dias, o que o tal progresso prejudica, sinto-me privilegiada em conviver  nesse  espaço com tanto verde.

Cautela, no entanto! Necessário se faz, de alguma forma, garantirmos a sobrevivência desses habitats de extremada  importância. Caso  contrário...!

Sou a  gota  d´água, claro. O som da minha ferramenta de luta - as palavras - talvez seja abafado com o som de máquinas.  São  espaços que sofrem a  interferência na estrutura da sua biodiversidade, e vão exterminando espécies variadas da fauna e  flora. Aí culpam a anta que atravessa o caminho de um avião. Quem  será a anta nesta  história?

De  novo,  à mata! E  muitaaaaa  mata,  ali  ====> para  meus olhos. Não é  um privilégio? 

Se   ergo os olhos para  cima  vejo verde

Se  olho em outra  direção... verde!

Só lançar  um olhar mais  ao  longe... verde!

Yes! Nós temos banana... e isso é pequena amostragem do que vejo,  verde.

... E mais outro cacho, ainda verde.

Um  andar mais adiante... só verde.

Se  vou até saída do prédio...essa  maravilha de verde.

...e mais, pertinho dos olhos.

Se  vou a outro espaço... mais  verde!

Tudo ao meu entorno... exagero de verde!

Também captei dessa  maneira este verde.

E nesse dia o cheiro de terra molhada me deixava  em êxtase

Apaixonada que  sou  por tudo isso.

Como descrever tanta beleza? Só quem ama Natureza!

A "mata" mais parece um  jardim. Isso perto  de mim.

... e de mim.

Acaba o expediente... e saio, para a Selva de Pedra.


Mas ainda tento registrar o "meu"  verde.

Agora, o  verde se confunde com cinzento e o cheiro de asfalto.


Fixo o olhar bem  ao  longe,  para não enxergar o que está perto
  
Espero que este cenário permaneça.

... E chego a um outro espaço que amo estar.



Mamãe  Coruja




quinta-feira, 29 de maio de 2014

Fruteiras da Amazônia

Olás...




Fruteiras da Amazônia



Oh, que colosso!
Tão negro é o rio
De tanta água  doce.

Prova da minha Floresta
Sinta o clima  tropical.
Cupuaçu, bacuri, biribá.

Que só há  igual
Na mata verde-encantada 
A flora e a fauna
Existem pra ti,
Mapati.

Nas matas das várzeas
Plantei os meus pés,
Terra  verde floriu:
Sapota, ingá, buriti.

Meu Rio Amazonas
Miticismo de lendas
Saterê-Maués,  guaraná.
Abacaxi, cupuí, araçá..

Encontro das águas, naveguei.
Cabocla, cunhatã,
Miscigenação secular.
Encontro de feras,
Patauá, tucumã.

Oh! Oh! Oh! Acrimel
Tão negro é o rio
De azul o  meu  céu.


(Quem estiver  interessado... pode transformar em uma  toada,   direitos autorais/patrimoniais  compartilhados. Claro!  Afinal, a Festa  dos  Bois-Bumbás está chegando).


Mamãe  Coruja

terça-feira, 27 de maio de 2014

Espaço meticulosamente projetado: Emporium Roma

Olás...

Eu acredito em  propaganda quando  eu mesma confiro, in loco, se o produto anunciado é bom. Alguns, nem de propagada -  dos meios  formais -  precisam,  porque o que oferecem, em termos  de excelente qualidade, vai no boca a boca mesmo. E isto vale  para todos os segmentos:  médicos, advogados, empresas em geral... e até  supermercados.

Sou cliente do então Supermercado Roma desde a antiga instalação. E continuo cliente, mesmo com a distância  entre  minha casa e as novas (desde 2009) instalações do Emporium Roma, uma estrutura  indiscutivelmente  moderna, tudo ali no Bairro de Adrianópolis, na zona centro-sul de Manaus.

Um  dos acessos ao Emporium Roma
Claro! Isto tem um custo maior. Contudo,  ainda prefiro pagar  por um produto de altíssima qualidade, especialmente em se tratando de gêneros alimentícios.

Área  interna - frutas e  congelados
Aliado a  isso,  o espaço é seguro, uma área  nobre, arborizada, clima agradável dentro e fora do ambiente.
Lateral do Emporium Roma

Estacionamento - área da frente (há uma garagem coberta  na área detrás do Emporium

Estrutura da Entrada do Emporium Roma

Financeiramente, nada ganho  em  divulgar o Emporium neste espaço,  porque já elogiava quando era um "simples supermercado", na antiga instalação. Ou seja, o foco  é oferecer o que há  de melhor à  clientela. 

Domingo último, ao cair da tarde, estive por lá, após ter degustado uma matrinxã assada, no Restaurante do Bosco (outro local bom de se estar).

O que eu ganho? Saber que um amigo/a foi conferir o local  e também  saiu  com a  mesma sensação de satisfação. Todos nós gostamos de coisas boas e de bons atendimentos, não é?

Portanto, aí  a dica: vale a pena, vez por outra, gastar  todo o vale-alimentação no Emporium Roma. Ou, compre o básico nos outros (arroz, macarrão produtos para limpeza e similares) e deixe para  comprar produtos diferentes e deliciosos  no Emporium. 

E tente  prestar atenção ao redor, no percurso. Uma vista de encher os  olhos. 
Rua Teresina - Ed. Residencial

Av. Paraíba - Fórum Henoch Reis Tribunal de Justiça do Amazonas



Rua Teresina - Residência em frente ao Emporium


Rua  Teresina - Residências

Rua Teresina - Ed. Residenciais



Eu adoro detalhes. Enxergar  além... sair  do  quadrado.


Mamãe Coruja





sexta-feira, 23 de maio de 2014

Margaret Mee e A Flora Amazônica

Olás...


Espaços como  esses são  tão prazerosos,  quando,  por meio deles, divulgamos o que nossos olhos veem, sentem. A primeira sensação é: Vou compartilhar essas  maravilhas! As pessoas precisam conhecer o magnífico trabalho  da  extraordinária artista  botânica, britânica, Margaret Mee  e sua  relação  apaixonante com  a Amazônia.

Margaret Mee (1909-1988),  viveu 36  anos  no Brasil, no Rio de Janeiro, dedicando  a  vida a uma  luta pessoal pela preservação da Amazônia. Imortalizou com sua arte um evento nunca antes  documentado, o desabrochar da magnífica Flor da Lua. Considerada a  maior ilustradora  botânica  do Século XX, era dona de um extraordinário talento ao aliar em seus traços  ciência e  arte.

A paixão pela flora amazônica começou quando veio a São Paulo, em 1952, visitar uma irmã. Ela e o marido, artista gráfico, acabaram ficando no Brasil.

Fez  15  expedições à  Floresta Amazônica, sendo a  primeira em 1956, indo ao rio Gurupi. Sua  última expedição à Amazônia aconteceu em 1988, quando estava com  79  anos. Nesse período, produziu cerca de 450 pinturas  da flora  tropical.

Quando Margaret Mee, com 79  anos, manifestou o desejo de retornar ao Rio Negro para realizar o  que ainda não conseguira, segundo um dos documentários, a BBC não bancou o seu projeto, temendo  pela sua "fragilidade"(?), afinal, ela estava  com quase 80 anos,vulnerável a algum acidente,  navegando pelos igapós inóspitos da Amazônia. "Poderia cair do barco...", alegaram. Mas um  amigo e esposa bancaram esse sonho, cujos resultados  o Mundo todo ficou sabendo.

Retornou ao Rio Negro para  tentar  realizar um dos  seus  maiores  desejos: assistir ao desabrochar da Flor da Lua (flor-do-luar), para  assim  poder  pintá-la em sua essência, ou seja,  no seu habitat. Essa  flor só floresce  à noite e é característica das Anavilhanas, Amazonas.


Nos  links, abaixo, é maravilhoso sentir a emoção em suas  palavras, ao descrever  aquele momento. É impressionante como a emoção  também nos toca!


Margaret Mee nasceu e  morreu na Inglaterra, em acidente  de carro. Seu marido retornou ao Brasil, um ano após sua morte, para atender ao seu último desejo: que suas cinzas fossem jogadas no Rio Negro. Ironicamente, Margaret não caiu de nenhum  barco enquanto estava na Amazônia.

Definitivamente, Margaret Mee registrou, de todas as formas, a sua paixão por essa espetacular Região. 

Impressionante como escrever sobre Margaret Mee me arrepia, assim como não  me canso em assistir aos documentários sobre  sua  extraordinária  coragem e  talento.

Vale aqui registrar a sua decepção, todas as vezes em que retornou à Amazônia, e via a devastação da mata e a extinção das  espécimes raras da flora. Sua relação era tão próxima, que  percebia cada vegetação que já não existia, por conta das queimadas. Doía - lhe, tal como se tivesse perdido um ente querido.

http://vimeo.com/26586371
https://www.youtube.com/watch?v=mwRX8BJRmp8
https://www.youtube.com/watch?v=2Y0dnus4ZnI



Fonte: http://www.lixeiradourada.com/2013/04/margaret-mee-e-a-flor-da-lua.html


Mamãe Coruja

terça-feira, 20 de maio de 2014

À toa... e daí?

Olás...

Dou-me ao  "luxo"  de ficar à toa,  em alguns dias,  como  hoje. Nada de compromissos, nem de ler e-mails institucionais. Nada de cobranças (e nada de pagar!). Hoje só quero  ficar  de bunda para o ar (ia dizer outro substantivo para bunda, mas apenas com isso, hoje,  me preocupei (um pouquinho):  em  não fazer deste espaço um lugar de palavras inapropriadas. Só hoje!

Hoje, só quero conversas banais. Ouvir boa música. Depois, vou ligar a TV em canais que tenham bons desenhos animados: que tenha maldade inocente (?) e que me faça gargalhar. Se na TV não conseguir achar algo que me divirta, vou brincar com as "princesas  sem castelo". 

Vou estar à toa, nua... até. Que se danem as regras. Eu me devo  isto!

Vou passar  o  tempo que eu quiser ouvindo o canto daqueles  passarinhos, habitantes do meu espaço. Há pouco, um teve a simpatia de entrar em minha sala de estar. Eles sabem que podem vir. Aqui só tem  amor para ser oferecido. Eles sabem muito bem  o "chão", ou o "espaço"  que pisam, ou melhor, que voam.

Hoje, quero olhar a chuva, da janela. Concentrar-me em cada gota que cair e refletir como seria o Mundo sem uma gota de água.

Nada de comer fora. Vou abrir a geladeira e apontar na direção do que estiver semi pronto para ir ao forno.  Hoje até o ar me alimentaria. Ou a plena felicidade de assim estar.

Quero e vou ficar à toa. Não gosto de planejar minha  vida  pessoal,  porque a profissional é obrigada assim a se portar. Mas vou ficar à toa até onde eu suportar.

Hoje, só quero  ficar assim! Prestar atenção ao meu redor, amiúde. Desnuda. 

Sim, hoje! Porque ontem eu fui   namorar...






Mamãe Coruja


domingo, 18 de maio de 2014

A (diversificada) culinária amazônica

Olás...


Manaus  tem  lugares  bem interessantes, em termos de se provar a culinária regional. A maior concentração de restaurantes oferece os  deliciosos pratos elaborados à base de peixes de água  doce, da Região. E  muitos  se esmeram em variar esses pratos. Geralmente,  as peixarias  estão nas áreas centrais  de Manaus.

Quem quiser sair  dessa rotina, e aproveitar para  conhecer a Avenida do Turismo - acesso para áreas nobres de Manaus, como Shopping Ponta Negra, Praia da Ponta Negra e vários outros restaurantes e bares -, é só dar um "mergulho"  nesse  trecho para sentir o ar fresco da vegetação. Impressão que dá - e sempre comento isso quando estou por ali - é que se está em outro "lugar", fora de Manaus:  um  lugar privilegiado.

Pois foi neste domingo que estive no Restaurante "O Lenhador". Quem gosta de commmmerrrr   muiiiitooo   poderá se fartar: o cardápio é variado. Tem (quase) de tudo: jacaré, aruanã, tambaqui, pirarucu, farofa de banana, caranguejo, camarão, vatapá, farofa  de tartaruga,  e outros pratos  feitos com a carne da tartaruga.

Confesso que não são  meus  pratos prediletos (qualquer um feito com a carne da tartaruga), por  muitos  motivos que prefiro não  expor aqui. Mas há  quem goste. Pois lá você encontra essas comidas exóticas. Também  não encaro carne de jacaré. Fico pensando  naquele "gigante" me olhando, aqueles  dentões...(ai!  não dá). Se alguma  vez comi jacaré,  me enganaram,  pois dizem ter semelhança com a carne do pirarucu (e deste eu gosto, mas não gosto  da matança!).  

(A consciência  me acusa. Reluto. Me angustio,  mas comer o que, posto que até a folhinha de alface...morre... ao ser extirpada do solo).

O lugar oferece bom atendimento. Uma  das coisas que logo observo em um restaurante é se os garçons ou garçonetes  retiram das mesas, de imediato,  os pratos  usados. Sim. Lá estão atentos a isso. Todos bem atenciosos, bem apresentáveis. Ou seja, o foco é o cliente.

Quando falei que é um lugar para quem adora  comer à vontade, é para  pessoas assim mesmo:  boas de garfo, como se diz. Nem adianta levar alguém  que está em dieta,  porque o preço é salgado para quem apenas quer "beliscar". Mas para  aqueles que comem muito e parece que a comida vai armazenando em algum  lugar escondido no estômago, sem maiores  problemas...  vale  a pena o  preço.

Bom, avalio sempre o que vale a pena: boa companhia, bom atendimento, lugar agradável. Se tudo  isso estava em conjunto... vale a pena, sempre!

Aos visitantes que virão para a Copa, em Manaus, está  aí  uma  boa sugestão.

http://www.olenhador.com.br/


Mamãe Coruja





sábado, 17 de maio de 2014

Conversas no Céu

Olás...

Os nomes, abaixo, são  de celebridades falecidas. Firmaram seus papeis na História, seja na música, na política, ou, simplesmente, na caridade.


Fiquei imaginando  uma conversa dessa turma  "do outro lado". Num final de sábado, todos juntos, sons de vozes, de viola, de risadas... de preces.
Vamos imaginar seguinte cenário, debaixo de uns coqueirais (brancos), céu (branco), areia (branca), e umas bandeiras nas cores azul, verde e amarelo, sobressaindo-se sobre todo aquele branco.

Ato I 

O compositor Zé Kéti, chateado,  porque enxerga as pessoas, "lá embaixo" falando da vida dele, e mantém o seguinte diálogo com Jair Rodrigues, convidado recente da rodada:



Zé Keti - "Tá  sabendo, Jair? Nem pedi opinião, mas  continuam a falar de mim. Quer saber? "Falem de mim quem quiser falar...aqui eu não pago aluguel..." (Opinião)
Jair Rodrigues, em resposta, alegre como  sempre: " Deixe que digam, que pensem, que falem, deixa isso pra lá, vem pra cá..." (Deixa isso pra lá).

Ato II


Já bastante entrosados, Elis Regina e Antônio Marcos estão à procura do Grande (Deus), para saberem Sua opinião sobre quem iria plantar a grama no Paraíso:

Antônio  Marcos- "Eu precisava tanto conversar  com Deus..." (Se eu pudesse conversar com Deus).
Ao que Elis Regina responde-lhe:  - "Se eu quiser falar  com  Deus..." (Se eu quiser falar  com Deus).
Mas Nelson Mandela, atento à conversa, dispara:  "Seja qual for o Deus, eu sou mestre do meu destino e capitão da minha alma".

Ato III


Mais adiante,  numa mesa branca de bar, uma boemia só. Alegres estão Nelson Gonçalves, Reginaldo Rossi e Cássia Eller. A conversa é assim:

Reginaldo Rossi: "Garçom,  aqui, nesta mesa  de bar..." (Garçom)
E Nelson Gonçalves argumenta:  "Naquela mesa tá faltando ele, e a saudade dele tá doendo em mim..."(Naquela mesa).
Mas Cássia Eller, toda zen, complementa: "Se lembra quando a gente, chegou um dia acreditar, que tudo era pra sempre...(...) ...eu só sei que alguma coisa aconteceu, tá tudo assim, tão diferente..." (Por enquanto).  
Vinícius de Moraes, com a cabeça na Garota de Ipanema,  ouviu o papo  e disse,  com um ar ausente: "De repente, não  mais que de repente..." (Soneto da Separação).
Ao que Renato Russo, testemunha ocular do suicídio, finalizou:  "Ela se jogou da janela do 5º andar, nada é fácil de entender..."

Ato IV

Mais adiante, em outra mesa,  Cazuza e José Wilker conversam sobre o tempo.

Cazuza, inquieto, diz para Wilker:  "o tempo não para, não para, não, não para..." (O tempo não para).
José Wilker, tasca essa, concordando com Cazuza: "O tempo ´ruge` e a Sapucaí é  longa".

Ato V


Noutro ponto "daquele lugar",  tímidos,  conversam Princesa Diana e Airton Sena (na verdade, não conversam. Questionam-se sobre alguns assuntos).
Pergunta Diana: Airton, o que você pensa sobre a Morte?
Airton, calmo mesmo estando em velocidade,  responde-lhe: "O dia que chegar, chegou. Pode ser hoje ou daqui a 50 anos. A única coisa certa é que ela vai chegar." (Frase sobre Morte).
Princesa Diana, com um semblante triste, confirma: "A vida é somente uma jornada", "Esta fase de minha vida é particularmente a mais perigosa." Ao ser várias vezes ameaçada antes de morrer.

Ato VI (Monólogo)

Madre Tereza de Calcutá - "Se um dia eu for Santa, serei com certeza a santa da escuridão. Estarei continuamente ausente do Paraíso". 


Achei melhor  parar  por  aqui. Prefiro  continuar a escrever  neste  blog. Mas  se  tiver que passar para o "lado  de lá", vou repetir sempre esta: "Cacete! Coloquem um ventilador no meu caixão. E não esqueçam do estoque de pilhas/bateria. Sou por demais  calorentaaaaa (ou é quente?)"

P.S. Nisso que dá programas para  jantar não darem certo: ocupa-se o tempo em imaginar bobagens. Ainda bem que foi reprogramado para o almoço, amanhã. rssss


Mamãe Coruja