quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Elas Pintam e Bordam - II PArte




Olás...

A "Laurinha" nasceu! Exatamente no dia dia 10/10/2015.


Uma graça de "menina"


Uma elegância nos acessórios e no vestir-se.

Uma perfeita lady - Lady Laurinha
 
Terá muito sucesso!

Nasceu... e já é "um amor de pessoa"! Fruto do carinho e dedicação da Láuria Mariúcha.
 
O nome "Laurinha" é uma homenagem, mais do que merecedora, à avó da Láuria, que recentemente completou 98 anos de idade: Laura Gonçalves Siqueira.
 
O pom-pom, segundo a Láuria, foi um aprendizado com a avó. Quando - ainda pequena - acompanhava-a nas aulas do Clube de Mães.
 
As lições, uma vez aprendidas e apreendidas, nos servirão, em algum momento de nossas vidas.
 
Filha, a cada dia me surpreendes com teus talentos. Vá em frente. Siga, cabeça erguida. Afinal, a vida não teria graça alguma se tudo fosse fácil.
 
Parabéns pela "Laurinha". Muitas dessas virão. E sei que "nascerão" do mesmo amor que você teve para com esta pioneira.
 
Beijos...
 
Mamãe Coruja

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Encontro das Águas



Olás...


Como amantes, caminham em paralelos.
Dois rios. O claro e a escuridão.
Deslizam e se deitam nos seus leitos, 
Dia e noite, dormem e acordam...
Se encontram. Se fundem na mesma direção.

É como entendo ser o Amor,

Que espera assim aconteça:
Aceitando as diferenças, os erros...
A personalidade, impressão digital.
Caminho longo, que nunca pereça.




Encontro das Águas - Rio Negro e Rio Amazonas

(Manaus-AM/Brasil)
Fotos: Michelle Lopes







E, mesmo que venha a tempestade,
Que suporte o meu navegar
Por águas densas e profundas,
Espere-me nalgum porto atracar,
Por esses rios que me levaram,
Por eles... voltarei para te amar


Mamãe Coruja

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Elas pintam e bordam

Olás...


Elas pintam o sete. Dançam. Customizam roupas, bordam, costuram, fabricam produtos artesanais. São irmãs. São colegas de trabalho. São minhas lindas, Láuria e Maíra.

Semana passada a Maíra teve uma inspiração. "Sumiu" uns instantes da minha vista e, quando retornou, foi com a sua mais recente "obra": customizou esta blusa, que comprara em uma feira, para ajudar uma amiga que cuida de cachorros, para serem doados.

O resultado ficou perfeito! Afinal, o conjunto da obra merece todos os aplausos.





Como já é linda, naturalmente, a blusa - customizada por ela - foi somente um belíssimo detalhe:
Basta fazer cortes na manga


... Assim como nas costas
E pronto! Você tem uma nova blusa.
Na próxima edição a mais nova performance da Uchinha: o vestido que confeccionou esta semana, durante o curso de corte e costura.

Crédito das fotos: Láuria Mariúcha


Mamãe Coruja

domingo, 23 de agosto de 2015

Agradecimento Especial

Olás...


Foram poucos dias. Pouco tempo. Mas o tempo, por menor que tenha sido, deu para medir a imensa dedicação que tens por ela. Carinho que não se compra. Não se encomenda. Carinho que sentes por ela.

Sabíamos, ao longe, do quanto te dedicavas a ela. Sabemos o quanto o teu tempo é todo para ela. Nem mais tens tempo algum para ti. Teu espelho são os olhos dela. Teu cansaço é o bem-estar dela. 

Sequer imaginava quão grande amor sentes por ela. Como a tratas bem. É teu bem-querer. Tua vida. Teu ar. Teu suspiro. Ela, de fato, preenche teus momentos, integralmente dedicados a ela.

Senti-me pequenina diante da tua gigantesca força. Senti-me  quase nada, diante de tudo o que fazes por ela. Tudo certo. Tudo cronometrado. Tudo a seu tempo. Tempo de te dares a ela, que é tudo para ti. Não. Ratifico. Ela é bem mais do que tudo,  para ti.

De onde arranjas força, minha irmã? De onde vem essa vontade de querer fazer, sozinha, o que poucos fariam, em grupo? Que garra é essa, de um corpo que também já é carente, mas que não se deixa abater?

Tua dedicação é comprovada por onde se anda. Todos, ao teu entorno, te admiram. Te cumprimentam. Te respeitam. Constatei isso, enquanto te acompanhava. És uma querida. Os médicos certificam o quanto a tratas bem, para ela ter, aos 98 anos, essa lucidez, essa saúde quase perfeita. 

Só mesmo um imenso amor pode operar essas maravilhas.

Hoje,  te  respeito muito mais. Tiro o chapéu para ti. Envergo-me diante de tua força e envergonho-me diante de minha fraqueza. Se faço alguma coisa por ti reconheço é por demais pouco. É nada, diria. Tu és o anjo na vida de nossa mãe. Tu és a base dela. 

Percebi que ela, também, não sabe viver sem ti. Vocês se completam. Se entendem. Sabem tudo uma da outra. Ambas têm seus respectivos "códigos". Se comunicam somente com o olhar, com um gesto. Somente anjos estão nesse "estágio".  Tu, minha irmã, e ela, nossa mãe, alcançaram esse estágio, privilégio de poucos. 

Temos na família esses tesouros. Que saibamos preservá-lo.

E, se não bastasse a exclusiva dedicação que dás a ela, ainda nos recebe com alegria. Com tanto prazer. Talvez nem a Rainha da Inglaterra seja recebida assim, com tanto carinho. Porque tu fazes por amor, não por obrigação.

Mil palavras ainda seriam insuficientes para te agradecer. E sei que não queres agradecimentos. 

Mas mesmo assim te agradeço. Agradeço pela lição de amor. Lição de garra. Lição do que significa dedicar-se a alguém que se ama. 

Continue a ser essa irmã querida. Essa irmã que merece ser alegre. Merece ser amada. Merece respeito. Merece admiração. Merece tudo o que há de bom, e ainda seria pouco.

Muito obrigada. Privilégio imenso ser tua irmã. Obrigada por nos receberes, a mim e minha filha, que tanto te admira.

Nós te amamos!

Maíra e eu te agradecemos pelo carinho
(Campinas/SP)


Três gerações = Neta,  Avó e Mãe
Qualquer semelhança não é mera coincidência.


Irmã Coruja

domingo, 9 de agosto de 2015

Diário da Lolita

Olás...

Tentarei, neste post, repassar as "falas", " pensamentos" e descrever os "gestos" e "expressões" da Lolita, uma "princesa", que nos recusamos a reconhecê-la como uma cadelinha, porque - para aqueles com quem ela convive - é um "ser" muito especial. Está conosco há pouco mais de 5 anos. Dizem os entendidos que esses anos equivalem à idade  de 35 anos, de uma pessoa.

Nome: Lolita
Data de Nascimento: 02 de fevereiro de 2010
Nome da "mãe" - Maíra Luiza
Nome da "avó" - Chama a Mamãe
Nome dos "primos" queridos - Gubinha, Gui e Vini.
Nome da "tia" - Úcha
Nome dos "tios" - Gugla e Vituca

"Ultimamente, ando reflexiva demais. Exigente demais. Sei disso. Algo alterou o meu organismo, mas desconfio que é falta de um parceiro. Entro e saio do cio... e nada. Minha "vó" diz que me entende. Me dá maior apoio. Se ela pudesse, arranjaria um parceiro à altura para mim. Altura, mesmo. Todos que me aparecem são maiores! Minha "mãe" fica por aí perguntando, a quem ela conhece, se por acaso tem algum candidato a me aliviar do cio. Mas ela tem me confortado dizendo que há mais "gente" como eu, ou seja, também à espera de um "macho". Outros, são brutamontes,  e eu não suportaria a noite (ou dia) de núpcias. Bem, à essa altura do campeonato, digo, do desespero, já nem me interessa tamanho, raça ou cor. Quero mesmo é "gozar" do meu direito de "cruzar"!

É por isso que ando assim, dispersa, calada. Deu sopa, estou dormindo. Só que dormir para mim é algo que requer um esquema todo especial. Sou por demais calorenta, como minha "vó". Nesse tempo de verão causticante, só me ajeito mesmo para dormir com ar condicionado ligado e na cama, com a minha "mãe". E, na ausência dela, na cama da minha "vó".


Eu sou uma lady! (Acho que sou mesmo, de tanto ouvir minha "mãe" falar nisso). Aliás, ela e a "vó" falam normalmente comigo. Recebo elogios a todo instante. Ao passarem por mim, a qualquer hora do dia... ou da noite, não se cansam de repetir: "que linda!"; "coisa mais rica!"; "liiindaaa!"; "princesa"; "Meu Deus, como pode ter alguém assim tão perfeita?!" etc etc etc. Acho tudo engraçado, porque quem passa pelo lado de fora de "nossa" casa deve pensar que elas estão falando com... uma pessoa, uma criança.


E não param por aí. "Falam" comigo ao telefone. Me carregam nos braços como se eu fosse um daqueles bebês que as mamães seguram. 

"Mamãe" não aprova quando minha "vó" diz que estou um pouco... gordinha. Ela diz que "crianças" absorvem; que a "vó" evite falar coisas negativas para mim, ou perto de mim. Mas a "vó" tem um cadinho de razão: já não consigo pular no puf, para eu subir na cama da "mamãe". Elas entendem e me carregam. Porém, às vezes eu subo, sim, é que gosto de me sentir mimada...uau, au, au.

Tenho uma "irmã", a Nicole Kidman (o nome foi dado porque ela tem os "cabelos" ruivos, tal qual a atriz). Ela veio para me fazer companhia, mas meu "santo" não bateu com o dela, desde o início, meio e parece que não terá fim! Antes, trouxeram dois pintinhos, outra tentativa para eu não ficar sozinha. Mas não fui com o "bico" dos sujeitos, assim que botei meus (grandes) olhos neles. Uma dupla do barulho!

Se um já seria um martírio, dois nem se fala! Um piu, piu, piu o dia todo, todo dia. Elas desistiram  - ainda bem! - e doaram os pintinhos para uma amiga.  Ambos tinham "nomes", mas ainda bem que já esqueci, de tão "insignificante" que foi a passagem deles aqui por casa, au!

Enquanto eu sou seletiva para comer, a Nick (como carinhosamente é chamada) é boa de garfo, de dentes e de tudo. Come até vento, se lhe cai à boca. Ela fica à espreita dos passarinhos que também adoram a casa da "vó", para abocanhar algum,  enquanto sorrateiramente, vêm comer a ração que está dando sopa. A "mamãe" diz que a Nick é outra perfeita, linda, carinhosa... mas tenho cá minhas dúvidas.

Ela é maior do que eu. Tentei ser "amiga" dela, depois de um tempo. Mas sabem aquelas decisões que devemos tomar, ou podemos tomar no ... ? (não posso falar palavrão, porque minha "mãe" não fala e diz que aprendo isso com a minha "vó").  A Nick abusa da sua condição de ser maior para me largar umas patadas doloridas: fica por cima de mim, me sufoca, se deixar é capaz de me violentar. 

À esquerda é "ela"
Ela me morde, mas querem que eu entenda que é beijo! Uma ova! Beijo não dói e sei disso porque os beijos da minha "mãe" e minha "vó" não doem. Aliás, os beijos do meu "tio" Gugla e do meu "primo" Gubinha também não doem. Eu até adoro quando eles me beijam.

À direita...ela, de novo.
A Nick é outra "pessoa" quando está com a "mamãe". Quem não a conhece... que a compre!
Quem a vê, toda meiga, não imagina o que ela faz comigo, quando coincide de estamos juntas (ainda bem que isso é  raro).


Nick, fingindo estar envergonhada

Tenho muitas virtudes. Defeitos, nenhum! Pelo menos isso "ouço" todos os dias. Sou muito vaidosa, tal qual minha "vó".  Se ela pudesse, espalhava espelhos pela casa só para se olhar, enquanto anda. Eu "herdei" essa genética. 

Espelho, espelho nosso... existe alguém mais linda do que eu?
Talvez tenha um defeito: adoro dormir, mas se isso é defeito... a minha "mãe" também tem o mesmo. Onde posso, lá eu "desmaio".

Adoro dormir no frio do porcelanato,
enquanto minha "mãe" dá uma ajuda na limpeza da casa

Pensando bem... tenho mais um defeito: eu deito na cama da Nick, quando ela está no quintal e não vem me importunar. Mas ela nem se importa com isso. Ela adora correr (parece um cavalo de corrida quando "desembesta" a correr pelo quintal. Afff!).


Sossegada

A mana Nick tem uma semelhança com minha "mãe": são os cabelos! Eles brilham ao sol. Refletem uma luz maravilhosa. Bem, quisera ter os "cabelos" da Nickinha. Mas também é somente nesse aspecto que ela se parece com a "mamãe".  Ainda bem!


Se isso é INVEJA... eu tenho inveja, sim, dos cabelos da Nick
Finalmente, minha "vó" gravou as cenas que, segundo ela,   irão comprovar que tenho razão em querer ficar léguas de distância da NickPatuta:






O Amor da minha"vó", por mim,  transcende à Razão. Nos Natais ela faz questão que eu esteja entre a foto oficial da família. Não bastasse, "exigiu" ganhar de presente uma foto minha. E ela ganhou! Eu fico sendo "remanejada" para lá, para cá e acolá... mas sempre em posição de destaque (que a Nick não me ouça, mas Natal passado ela não ficou dentro de casa. Ela ainda não sabe se comportar, como uma lady!).

Na próxima vez mostro a minha foto. Agora, vou parar de escrever, porque minha "vó" está me chamando para comer.

Beijos... apesar de tudo, eu amo a minha mana Nick! Ela é "gente" boa, mas se puder...eu a evito"


Vovó Coruja


sábado, 1 de agosto de 2015

Rio Negro

Área do Hotel Tropical - Manaus - Amazonas/Brasil
(Foto: Maíra Luiza)

És grandioso, meu Rio Negro!
Mais extenso rio de água negra do mundo.
Misterioso. Intrigante. Calmo.
Em volume de água és o segundo.


Rio Negro - Manaus - Amazonas/Brasil
(Foto: Michelle Lopes)
Tudo em ti  provoca sentimentos.
As lendas, histórias. Navegar seguro.
Ao sentires ameaçado pelo homem,
Tuas ondas  revelam sofrimento profundo.


Rio Negro - Manaus - Amazonas/Brasil
(Foto: Michelle Lopes)
É quando tu te vingas. Secas a ponto de matar.
Sentados em bancos de areia,
Pescadores fascinados por sereias
E barcos que não podem navegar.

Noutro ciclo de  tua vida, 
Praias e plantações inundam.
Invades o luxo, ou casebre de humilde ribeirinho
E permaneces algum tempo, meditabundo. 


Área do Hotel Tropical - Cheia do Rio Negro
(Foto: Chama a Mamãe)
Quando voltas à lucidez, quase intacto.
És fecundo e imponente.
Sobre ti flutuam. Sobre ti passeiam.
Cenários de perfeitos retratos.


Ponte Rio Negro - Manaus - Amazonas/Brasil(Foto: Michelle Lopes)

Ao dia, o Sol reflete em tuas águas
Num delirante arco-íris.
E, quando buscas o brilho da Lua,
És mais enigmático. Irreal. Sui generis!


Rio Negro - Manaus - Amazonas/Brasil
(Foto: Láuria Mariúcha)



Rio Negro - Manaus - Amazonas/Brasil
(Foto: Jaime - Instrutor de SUP)
Mariúcha,  Maíra Luiza, Gustavo Henrique e Paulinha praticando SUP -  julho/2015
(Atualmente,  Paulinha está em San Francisco/EUA, para estudar)





Mamãe Coruja





quinta-feira, 23 de julho de 2015

Lenda da Vitória-Régia

Olás...

Os contos românticos, as lendas e as histórias impossíveis de amores nunca vividos, estão sempre no nosso imaginário, contos de fadas, ou em fatos reais. Princesas salvas das masmorras por príncipes montados em cavalos brancos. Sapos que beijam e viram príncipes, de tão apaixonados. Filmes de ficção e histórias reais, que não são meras coincidências, sempre nos falam de AMOR. Esse sentimento que atrai pessoas diferentes; pessoas dos mais longíquos recantos do mundo têm sua vida modificada, em pouco ou longo tempo, por conta do AMOR.

O que mais me encanta, porém, são as lendas que falam de amores, como a Lenda da Vitória- Régia. Muito popular no Norte do Brasil, a lenda conta a história de Naiá, uma índia linda, que se apaixonou pelo que imaginava ser um deus, a Lua. Vivia à espera de que um dia o seu amor viesse buscá-la. Não adiantaram os conselhos dos índios mais experientes em dizer-lhe que assim que o deus Lua a levasse, deixaria de ser humana e se transformaria em uma estrela, e viveria no céu, como ele sempre fazia, quando queria uma donzela. Para lá, no firmamento, tantas foram levadas.

Mas o que falar para uma índia encantada por seu amor?

Por um obcecado desejo de ser amada pelo que imaginava ser o seu amado, Naiá foi definhando, dia após dia. Na espera inútil que se alongava, sua vida se resumia a admirar a Lua,  noite após noite.

Eis que, em uma noite linda de luar, Naiá viu - à beira do lago onde sempre se posicionava para esperar que seu amor aparecesse - o deus Lua refletido nas águas , imaginando ser seu amado, que descera até o lago, para, enfim, buscá-la. 

Ficou em êxtase, ao perceber seu amado se banhando. Atirou-se no lago para encontrá-lo. Mas, quanto mais se distanciava, não conseguia tocá-lo. Foi então que se deu conta de que tudo não passara de uma ilusão.

Ao tentar retornar à margem, não conseguia, pela profundidade do lago. Tentando salvar-se, nada desesperadamente. Mas é inútil, e Naiá morre afogada.

Comovido com tanto amor que a jovem e guerreira Naiá nutria por ele, o deus Lua resolveu torná-la uma estrela diferente de todas as outras estrelas existentes no céu. Ela seria uma estrela das águas, e chamar-se-ia Vitória-Régia, cujas flores, brancas e perfumadas, só apareceriam à noite. 

Ela é tão bela, que as outras estrelas sentem ciúme. Enquanto estas brilham no firmamento, Naiá brilha nas águas.

Uma linda e comovente história de amor, transformada em lenda. 

Sempre que olho para o céu, em noites de luar, lembro-me do meu AMOR, que se foi... e nunca mais o verei voltar. Também o vejo refletido nas lágrimas que caem do meus olhos, mas não posso tocá-lo.  Só não me afogo nessas lágrimas, porque me deixou umas estrelas maravilhosas, que sempre estão a brilhar, seja noite,  ou seja dia, por cada canto que eu vá.

Vitória-Régia - Manaus/Amazonas/Brasil

(Fotos: Michelle Lopes)

Veja Abertura da flor da Vitória-Régia, Um Espetáculo da Natureza

E aqui


Mamãe Coruja